Quinteto de garotas começa turnê com show no Recife nesta sexta (18).
‘Nossos amigos disseram que amaríamos tocar no Brasil’, diz baterista.

Elas são suecas, branquelas e querem fazer você dançar. Apesar de a descrição poder ser aplicada ao ABBA (provavelmente a banda sueca mais conhecida de todos os tempos), ela se aplica com precisão ao Those Dancing Days, quinteto de garotas que começa sua turnê brasileira no Recife nesta sexta-feira (18), com um show no festival No Ar Coquetel Molotov.
Elas ainda se apresentam No bar Órbita, em Fortaleza, neste sábado (19) e na semana seguinte tocam em São Paulo, no dia 25 (no SESC Pompéia), seguem para Porto Alegre no dia 26 (no Beco) e terminam a turnê voltando para São Paulo, no dia 27, com um show no Centro Cultural da Juventude.
“Começamos em 2005”, conta a baterista Cissi Efraimsson em entrevista por telefone ao G1. “Eu conhecia Lisa e Rebecka, nós tínhamos uma banda chamada ‘Herpeas’ (esse nome é tão embaraçoso...) quando estávamos na escola. Depois conheci Mimi, e ela falou que tinha uma amiga que cantava muito bem – a Linnea. Na época, Linnea e Mimi tinham uns 16 anos”.
Influenciadas por grupos de indie pop como Bis e Girlfriendo, além do chamado “northern soul” – “gênero” inglês que reúne artistas obscuros da soul music – as cinco garotas fizeram barulho na imprensa especializada apenas com um EP homônimo e um álbum, “In our space hero suits”.
‘Nossos amigos disseram que amaríamos tocar no Brasil’, diz baterista.

A banda sueca Those Dancing Days. (Foto: Divulgação)
Elas são suecas, branquelas e querem fazer você dançar. Apesar de a descrição poder ser aplicada ao ABBA (provavelmente a banda sueca mais conhecida de todos os tempos), ela se aplica com precisão ao Those Dancing Days, quinteto de garotas que começa sua turnê brasileira no Recife nesta sexta-feira (18), com um show no festival No Ar Coquetel Molotov.
Elas ainda se apresentam No bar Órbita, em Fortaleza, neste sábado (19) e na semana seguinte tocam em São Paulo, no dia 25 (no SESC Pompéia), seguem para Porto Alegre no dia 26 (no Beco) e terminam a turnê voltando para São Paulo, no dia 27, com um show no Centro Cultural da Juventude.
“Começamos em 2005”, conta a baterista Cissi Efraimsson em entrevista por telefone ao G1. “Eu conhecia Lisa e Rebecka, nós tínhamos uma banda chamada ‘Herpeas’ (esse nome é tão embaraçoso...) quando estávamos na escola. Depois conheci Mimi, e ela falou que tinha uma amiga que cantava muito bem – a Linnea. Na época, Linnea e Mimi tinham uns 16 anos”.
Influenciadas por grupos de indie pop como Bis e Girlfriendo, além do chamado “northern soul” – “gênero” inglês que reúne artistas obscuros da soul music – as cinco garotas fizeram barulho na imprensa especializada apenas com um EP homônimo e um álbum, “In our space hero suits”.
“Foi realmente rápido. Assim que lançamos o EP e criamos nossa página no MySpace, começamos a receber recados de pessoas de fora da Suécia”, conta Cissi. Elas já fizeram turnês pela Europa, incluindo festivais como o Latitude, na Inglaterra – e sua passagem pelo Brasil será a primeira grande turnê fora do continente.

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